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Ato de SPFs no Rio reúne categorias e haverá nova negociação no dia 16 de novembro

Atualizado: 10 de nov. de 2023


Coluna do SINTUFF no Ato Unificado: Fotos: Jesiel Araujo

Diversas entidades sindicais das categorias do serviço público federal (SPF) realizaram Ato Unificado (8/11) da Campanha Salarial, no Centro do Rio de Janeiro. A manifestação se concentrou no Buraco do Lume e de lá houve uma caminhada pelas ruas até a Cinelândia. Inúmeros sindicatos e categorias do serviço público estiveram presentes, assim como alguns estudantes. O SINTUFF participou com uma expressiva coluna de servidores da UFF, a maior entre as entidades presentes.


As principais reivindicações são a recomposição salarial e a reestruturação das carreiras. A perda do poder de compra dos servidores é grave. Em algumas categorias, os salários acumularam perdas na casa de até 60% nos últimos anos.


Além disso, o funcionalismo também exige a equiparação dos benefícios entre o poder executivo e outros poderes, a reestruturação das carreiras e a revogação de medidas aprovadas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro que atacam os servidores e os serviços públicos.


Outro tema importante incorporado na luta é a exigência do arquivamento definitivo da Reforma Administrativa (PEC 32). Durante todo o ano, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, afirmou que poderia votar o texto que ataca gravemente o serviço público.


Após a irrisória proposta que não garante sequer 1% de reajuste salarial, o governo federal convocou as entidades que representam o funcionalismo para mais uma mesa de negociação, que deverá ocorrer no dia 16. Haverá vigília e manifestação na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. (*)


Paralisação na UFF tem alto índice de adesão


A adesão da categoria à paralisação na UFF foi muito alta nesses dias 7 e 8 de novembro. Inúmeros setores envolvidos no atendimento presencial ao público interromperam o funcionamento. Bibliotecas, bandejão, departamento pessoal e o atendimento médico na reitoria, entre diversos outros setores e unidades, paralisaram os serviços para exigir reajuste de salário, reestruturação da carreira, entre outras reivindicações.


(*) Com informações da CSP-Conlutas


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