Assembleia elegerá delegação do SINTUFF ao 6º Congresso da CSP-Conlutas
- SINTUFF

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Filiado à CSP-Conlutas desde 2019, o SINTUFF participa da construção de uma central sindical classista, combativa e independente, orientada pela organização de base e pela autonomia frente aos governos e patrões. Como parte desse processo, o sindicato elegerá sua delegação ao 6º Congresso da Central em Assembleia Geral na terça-feira, 24 de fevereiro, às 14h, no Auditório da Faculdade de Economia, no Campus do Gragoatá.
O 6º Congresso da CSP-Conlutas se coloca como um momento decisivo de organização e definição dos rumos da Central para o próximo período. É nesse espaço que delegados e delegadas eleitos(as) nas bases das entidades e movimentos filiados debatem e deliberam sobre as políticas, campanhas e lutas que devem orientar a intervenção da Central junto à classe trabalhadora.
Com a participação de trabalhadores(as) do campo e da cidade, servidores(as) públicos(as), juventude, movimentos populares, indígenas e quilombolas, o Congresso expressa a construção pela base e a independência de classe como eixo organizador da Central. Ao mesmo tempo, reafirma a necessidade de unidade de ação frente aos ataques aos direitos e às condições de vida da maioria da população.
A análise da conjuntura internacional e nacional ocupa papel central nos debates. No plano internacional, os conflitos e disputas entre as potências imperialistas, com impactos em países como Palestina, Ucrânia e Venezuela, evidenciam a instabilidade do cenário global e suas consequências para os povos. Já no âmbito nacional, temas como a precarização do trabalho, os ataques aos direitos sociais, a luta pelo fim da escala 6x1 e a defesa da organização independente da classe trabalhadora estão entre os eixos prioritários de discussão.
O Congresso também é espaço para o balanço crítico da atuação da Central no último período, a discussão de alterações estatutárias e a eleição de sua direção, reforçando o funcionamento democrático e a participação ativa das entidades de base na definição dos rumos da organização.
As lutas operárias, urbanas e do funcionalismo público, assim como as mobilizações dos povos do campo, da juventude e dos que lutam por moradia, estarão representadas, além da presença de delegações internacionais, fortalecendo a solidariedade de classe para além das fronteiras nacionais.
Em 2026, quando a Central completa 20 anos de existência, o 6º Congresso reafirma a necessidade de um sindicalismo classista, combativo e independente, capaz de enfrentar os governos e os patrões na defesa dos interesses dos(as) trabalhadores(as).








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