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  • Foto do escritorSINTUFF

Potente marcha de servidores em Brasília intensifica pressão sobre o governo


As categorias do serviço público federal promoveram uma robusta Marcha Nacional na manhã desta quarta-feira (17). Foi uma demonstração de força e disposição de luta pela recomposição salarial e por reestruturação das diversas carreiras do poder executivo.

 

A participação de milhares de trabalhadoras e trabalhadores do funcionalismo público federal na manifestação em Brasília, oriundos de todas as regiões do país, reforçou a pressão sobre o governo federal. A luta é para que recursos orçamentários sejam destinados ao reajuste salarial e à valorização das carreiras das categorias ainda em 2024. Junto a essas pautas, somam-se as batalhas pela recomposição do orçamento das Instituições Federais de Ensino, por mais verbas ao conjunto dos serviços públicos e pela revogação das contrarreformas e medidas de ataque ao serviço público impostas por Bolsonaro e Temer.

 

A concentração de manifestantes ocorreu na Catedral Metropolitana, a partir das 9 da manhã. Em passeata, manifestantes caminharam pelas vias principais da Esplanada dos Ministérios. A marcha foi encerrada em frente ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). Na parte da tarde, houve atividade em frente ao Ministério da Educação (MEC), com as categorias da educação federal, reunindo a FASUBRA, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN), o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE) e entidades estudantis.


Aulão no MEC sobre orçamento e dívida pública


Seguindo a Jornada de Lutas, na tarde de quarta-feira (17), aconteceu o Aulão no Ministério da Educação. O encontro contou com a presença de técnico-adm., professores, estudantes e membros de outras categorias do serviço público, que debateram o sistema da dívida pública e como isso impacta na redução do investimento social do país.


Durante o aulão, foram trazidas informações que demonstram a necessidade da inversão das prioridades orçamentárias para que a economia do Brasil possa atender as necessidades do seu povo com o aumento do investimento em saúde, educação, assistência social, cultura, infraestrutura e outras prioridades para a melhoria da qualidade de cidadãos. (Fonte: FASUBRA Sindical)


SINTUFF fortaleceu a Marcha

 

O SINTUFF participou da Jornada de Lutas enviando um ônibus com 50 companheiras e companheiros, que se juntaram a outros milhares de servidores de todo o país. Em alto e bom som, com suas bandeiras, camisas e faixas, manifestantes afirmaram que “reajuste zero, eu não tolero”, rechaçando o congelamento salarial para 2024, previsto na proposta do governo apresentada no dia 10 de abril, na Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP).



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