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Base de Temer diverge sobre data de aprovação de Reforma da Previdência. Centrais e sindicatos convocam marcha a Brasília para 24 de maio.

  • Foto do escritor: SINTUFF
    SINTUFF
  • 15 de mai. de 2017
  • 1 min de leitura
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Na terça-feira (9/5) a Comissão Especial da Reforma da Previdência (PEC 287/2016) rejeitou nove de dez destaques que faltavam para que a matéria pudesse ir a Plenário. As votações se efetuaram com o recinto escoltado por forte esquema de segurança. O plenário estava vazio porque somente foi permitida a entrada a pessoas credenciadas. Os destaques orientados na redução dos danos ao trabalhador foram rejeitados. No entanto, na base governista não tem consenso sobre quando a proposta será apreciada. Várias propostas estão sendo discutidas, entre as quais se consideram a próxima semana, fim de maio, junho e até foi divulgado que não há previsão.A proposta será votada em dois turnos e seguirá para o Senado. Na Câmara deverá obter, no mínimo, 308 votos favoráveis. O governo ainda não teria esses votos para aprovar o texto. O próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), reconheceu a existência de um racha entre os parlamenteares que apoiam Michel Temer.Não obstante, o governo tentará acelerar a tramitação para colocar a PEC em pauta no Plenário na semana de 22 a 26 de maio. Centrais e sindicatos estão convocando uma grande marcha a Brasília contra a aprovação das reformas da Previdência, Trabalhista e as terceirização no dia 24/5. O VIII Congresso do SINTUFF aprovou paralisação e participação na marcha nesse dia.

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