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Protestos tomam as ruas no Rio e em todo país, apesar do desmonte das maiores centrais


Com a iminência da votação da Reforma da Previdência, o dia 5 de dezembro era para ter sido uma grande Greve Geral no país. Pela segunda vez, as principais centrais (CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central e CSB) desmobilizaram uma data já marcada, dando munição para o governo avançar na reforma da previdência. Mesmo com o desmonte das centrais, em várias cidades foram realizados protestos e paralisações, mostrando que há disposição de luta. Os protestos poderiam ser maiores não fosse a política de desmonte por parte da CUT, Força Sindical, entre outras. Ao desmarcar a data jogaram confusão nas bases e enfraqueceram os atos.

No Rio de Janeiro, um ato unificado percorreu a avenida Rio Branco, da Candelária à Cinelândia, reunindo cerca de duas mil pessoas. O SINTUFF mais uma vez marcou presença e seguiu agitando a necessidade urgente da Greve Geral.

Política traidora das maiores centrais novamente ajudou o governo

O governo pretende aprovar a Reforma da Previdência ainda em dezembro e corre atrás dos votos, oferecendo todo tipo de vantagens aos partidos e deputados e tentando fechar os partidos da base aliada para retaliar deputados que votem contra a matéria. O otimismo do governo aumentou após as maiores centrais vergonhosamente desmarcarem a greve geral. As maiores centrais (CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central e CSB) repetiram a traição que fizeram em relação às terceirizações e a reforma trabalhista, ao desmontar a Greve Geral e confiar na palavra de Rodrigo Maia, presidente da Câmara. Uma vergonha. Os sindicatos e as bases devem pressionar pela convocatória imediata da Greve Geral e de grandes atos contra a Reforma da Previdência.

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